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  • Perguntas frequentes sobre o BridgeUSA, o intercâmbio High School com o visto J-1

    Muito se ouve falar sobre o programa clássico de intercâmbio nos Estados Unidos, para alunos do Ensino Médio. Também conhecido como "intercâmbio J-1", o BridgeUSA é uma iniciativa do governo americano, através do Departamento de Estado, de fomentar a troca intercultural e apresentar os Estados Unidos a jovens de todas as partes do mundo. É um programa que existe há várias décadas, em que alunos secundários frequentam uma escola pública ao mesmo tempo que são hospedados por uma família anfitriã voluntária. O programa BridgeUSA é supervisionado pelo U.S. Department of State, que regula os intercâmbios com visto J-1 em todo o país. O post de hoje vai abordar algumas das perguntas mais frequentes que recebemos de estudantes e seus pais quando nos procuram para saber e entender deste que é o intercâmbio mais tradicional que existe - ou como muitos gostam de definir, "intercâmbio raiz". Continue a leitura e veja as dúvidas mais comuns. 1 - Já que é um programa do governo americano, é gratuito? No Brasil, o conceito de “público” costuma estar associado a algo gratuito — ou, pelo menos, que não exija um pagamento direto. No exterior, porém, iniciativas públicas nem sempre significam ausência de custos: “público” indica apenas que algo é conduzido, organizado ou regulamentado pelo governo. Assim, respondendo de forma direta: não, o programa não é gratuito , embora seja regulamentado e parcialmente subsidiado pelo governo americano. O que é coberto pelo governo americano? As escolas públicas nos Estados Unidos são financiadas pelos impostos pagos pela população. Por isso, estudantes internacionais — cujas famílias não recolhem impostos no país — normalmente precisam reembolsar o governo pelos custos de estudar em uma escola pública. O Departamento de Estado Americano, através do programa BridgeUSA,  oferece, anualmente, um número limitado de vagas que dispensam esse pagamento, permitindo que alunos internacionais estudem em escolas públicas sem a taxa de ressarcimento. Além disso, a taxa SEVIS  (vinculada ao visto J-1) tem um valor reduzido em comparação a outros tipos de visto, como o F-1. BridgeUSA é o programa oficial de intercâmbio cultural do governo dos Estados Unidos, promovido pelo U.S. Department of State. Quais são os custos envolvidos, então? O Departamento de Estado regulamenta o programa (ou seja, requisitos e critérios, o que pode e o que não pode durante o intercâmbio. Porém não opera diretamente tudo o que está envolvido no processo, como por exemplo: recrutamento, triagem e seleção de participantes; recrutamento, triagem e seleção de famílias hospedeiras; busca ativa por vagas escolares por todo o território norte-americano; acompanhamento e suporte para estudantes, famílias e escolas durante a duração do programa; recrutamento, seleção, treinamento e monitoramento das equipes envolvidas nesse ecossistema: coordenadores locais e regionais, recrutadores e captadores internacionais de candidatos ao programa; emissão de documentação pertinente para obtenção do visto J-1; emissão de seguro de saúde para os participantes; resolução e mediação de eventuais conflitos, conforme a necessidade. Para que tudo isso ocorra, esta tarefa é designada a empresas previamente cadastradas e autorizadas para esta operação - que no jargão do intercâmbio, são chamadas de sponsors. Um sponsor nada mais é que a entidade que promove o BridgeUSA em todos os seus aspectos, normalmente uma organização sem fins lucrativos e devidamente auditadas pelas autoridades e entidades americanas. Como toda empresa séria e idônea, esta tem seus custos de manutenção, divulgação e marketing, instalações físicas, estrutura de sistemas e TI, custos com treinamento de pessoal, tributos e taxas municipais, estaduais ou nacionais, etc. Basicamente os custos envolvidos num programa J-1 estão relacionados a isso tudo. Assim, este não é um programa gratuito em sua essência. 2 - Como funciona a hospedagem numa host family ? Famílias anfitriãs participam de forma voluntária, oferecendo ao estudante uma vivência autêntica da cultura norte-americana. Uma das principais características do BridgeUSA está diretamente ligada à hospedagem. Os estudantes vivem na casa de uma família anfitriã voluntária , ou seja, uma família que não recebe remuneração  para participar do programa. Como parte do subsídio promovido pelo governo americano, essas famílias não podem receber pagamento. Em contrapartida, podem declarar a participação  no programa em seu imposto de renda e obter um pequeno abatimento fiscal . Tudo isso assegura que cada participante seja acolhido pela troca cultural e pela vontade genuína  da família em proporcionar-lhe uma experiência verdadeiramente norte-americana. Como é o processo de recrutamento e seleção das famílias anfitriãs? As organizações credenciadas pelo Departamento de Estado  para operar o programa — chamadas Sponsors  ou J-1 Sponsors  — são responsáveis por recrutar as famílias  e acompanhar cada estudante  durante todo o intercâmbio. Essas organizações realizam eventos e reuniões de recrutamento  em suas comunidades, buscando famílias interessadas em receber os estudantes da próxima temporada. Cada família candidata passa por: Entrevistas presenciais  conduzidas por coordenadores locais do programa; Verificação de antecedentes criminais ; Checagem de referências pessoais , como vizinhos ou membros da comunidade. Além disso, a família preenche formulários e termos de concordância , nos quais declara: ter condições financeiras  para arcar com os custos de um estudante; estar ciente de que o participante não pode atuar como empregado doméstico ou babá ; compreender que a motivação para hospedar não pode ser religiosa ou proselitista ; estar emocional e psicologicamente preparada  para a experiência. Após a aprovação, as famílias recebem os dossiês dos estudantes disponíveis  e podem escolher quem gostariam de convidar  para viver o intercâmbio em sua casa. 3 - É possível morar com uma família brasileira ou conhecida? A colocação de participantes em famílias e escolas é feita exclusivamente pelos sponsors, com o objetivo de garantir neutralidade, integração e troca cultural autêntica. Então a resposta a esta pergunta pode ser Sim ou Não . Veja a seguir: Conhecemos uma família domiciliada nos Estados Unidos que se ofereceu a ser anfitriã Esta situação é o que se conhece por " Direct Placement " ou " Reverse Placement ". Esta família precisará se candidatar ao programa e cumprir os requisitos e critérios de seleção e aprovação como qualquer outra, através de um representante do Sponsor na região. O Sponsor também é responsável por averiguar se a escola pública disponível nesta localidade (geralmente atrelada ao CEP da família hospedeira) dispõe de vagas para estudantes internacionais participantes do programa BridgeUSA e, em última instância, se aceita a matrícula do participante em questão - por questões acadêmicas verificadas em seu histórico e vida escolar. Conforme determinação do Departamento de Estado, uma família hospedeira e um intercambista J-1 precisam necessariamente atender aos seguintes critérios : família e estudante não podem ser da mesma nacionalidade ; o idioma falado em casa não pode ser o mesmo idioma materno do estudante; família e estudante não podem ser familiares ou parentes diretos entre si. Uma família hospedeira, pelo BridgeUSA, não precisa necessariamente ser uma família nascida e criada nos Estados Unidos. Há inclusive várias famílias de cidadãos naturalizados norte-americanos mas nascidos em outros países - pois se entende que estas famílias também são representativas e igualmente importantes na formação do país e da população . Só não podem, neste programa J-1, ser da mesma nacionalidade do estudante ou falar em casa a mesma língua que ele. O BridgeUSA promove o intercâmbio entre culturas diferentes - famílias e estudantes não podem ter a mesma nacionalidade. Uma situação bastante comum envolve famílias conhecidas dos pais, o que nos leva à próxima dúvida, a seguir: Amigos ou parentes brasileiros do estudante moram nos EUA e os pais se sentem mais seguros sabendo que a família é de gente conhecida Possível até é - mas nunca, em hipótese alguma , através do programa BridgeUSA, o intercâmbio com visto J-1. O princípio deste programa é divulgar a cultura norte-americana pelo mundo e é imprescindível que haja uma troca intercultural genuína . Assim, relembrando o que acabou de ser explicado há poucos segundos: família e estudante não podem ser da mesma nacionalidade; o idioma falado em casa não pode ser o mesmo idioma materno do estudante; família e estudante não podem ser familiares ou parentes diretos entre si. Para casos assim, a alternativa é que isso seja feito através de um processo regular de estudante internacional, com visto F-1. Neste caso, as taxas escolares deverão ser ressarcidas aos cofres públicos e as famílias envolvidas negociam livremente se haverá entre elas algum tipo de compensação financeira. 4 - É possível escolher a cidade para este intercâmbio? A resposta, curta e direta é: Não . Esta resposta gera outra pergunta logo na sequência: Mas por quê não? O intuito do BridgeUS A, conceitualmente e desde a sua criação há 80 anos, é divulgar, promover e apresentar a cultura dos Estados Unidos em sua essência - e não apenas através de locais turísticos ou famosos. É conhecer os Estados Unidos e sua gente como eles são . Do Hawaii ao Texas, de New Hampshire ao Alabama, do Alaska à Florida - os participantes do High School com J-1 têm a chance de vivenciar localidades e comunidades fora dos circuitos mais conhecidos , ou como dizemos aqui no Lounge, off the beaten track . Como ocorre a definição da cidade, escola e família Os estudantes J-1 podem ser alocados em qualquer região dos Estados Unidos, de acordo com a disponibilidade de escola e host family. Em termos menos subjetivos e agora mais práticos e objetivos, a participação está atrelada a vaga escolar e disponibilidade de uma família hospedeira interessada - e que, vale lembrar, escolheu especificamente aquele ou aquela estudante por afinidade de perfil. A combinação vaga escolar + família hospedeira por si só já é um fator que restringe a colocação - pode haver a vaga escolar mas não há família disponível naquela jurisdição escolar; pode haver uma família interessada e aprovada porém a escola da região não aceita ou não tem mais vaga para internacionais. Se este match acontecer, por exemplo, na cidade de Chattanooga no estado do Tennessee, é lá que se abriu uma oportunidade de colocação para os vários estudantes aguardando este placement . Ainda no mesmo exemplo, a família de Chattanooga então olhará quem são os participantes da temporada e, com a ajuda e orientação do coordenador local indicado pelo Sponsor, escolherá um deles. Pode ser aquele rapaz da Mongólia que toca violino. Pode ser a estudante da Nova Zelândia que, embora venha de um país de língua inglesa, quer muito ter a experiência nos Estados Unidos por tudo o que ela sempre viu na mídia. Pode ser aquele garoto tímido da Itália que ama video-game, aquela garota da Bolívia que ama gatos e sonha ser veterinária. E eventualmente, pode ser... VOCÊ ! "Congratulations, you've been placed with the Smith Family in Chattanooga, TN." 5 - Tenho várias outras dúvidas além dessas, onde posso achar essa informação? Estranho seria se não houvesse mais tantas outras dúvidas, não é mesmo? Isso é absolutamente normal e faz parte do processo - inclusive pode-se afirmar, com certa segurança, que o intercâmbio já começou . Uma parte dele é a viagem e a estadia no exterior em si; mas a jornada e o processo vão bem além disso. Veja também a parte 2 aqui no Blog do Lounge, com outras dúvidas frequentes. Você pode inclusive nos ajudar, comentando aqui no post as perguntas que você gostaria que fossem respondidas. Intercâmbio com visto J-1: uma oportunidade cultural Como já deu para perceber, este programa não é um curso de inglês nos EUA, não é uma mera viagem: há por trás o conceito de intercâmbio cultural, troca de experiências e, como consequência, desenvolvimento de maturidade, resiliência, empatia, tolerância e também as habilidades linguísticas , claro. Estar bem informado e com as expectativas bem alinhadas e realistas é o que fará com que esta experiência única na vida de um jovem seja um sucesso. Veja aqui  outras perguntas muito frequentes sobre o intercâmbio com visto J-1 Com o visto J-1, o participante do BridgeUSA embarca em uma jornada de aprendizado, amadurecimento e descoberta cultural. O Concierge Acadêmico do Lounge está pronto para ajudar em todo o processo de informação, inscrição e seleção para o programa BridgeUSA. Clique aqui para conhecer os pré-requisitos e o preço para a próxima temporada High School 2026/27. A seleção está em andamento mas ainda restam algumas vagas. Agende um bate-papo com a gente e tire suas dúvidas! Até a próxima!

  • Conheça o sistema de ensino da Nova Zelândia

    Kia Ora , leitores do Blog do Lounge. Hoje faremos um passeio pela Nova Zelândia para entender um pouco mais sobre o seu sistema de ensino. A princípio pode causar uma certa estranheza pelas siglas e níveis, mas uma vez compreendido, é de fácil interpretação. representação gráfica do NZQCF. Fonte: nzqa.govt.nz O governo neozelandês, através da NZQA (New Zeland Qualifications Authority (entidade responsável por regulamentar os assuntos de educação no país), criou um sistema nacional que organiza todas as qualificações educacionais, desde certificados básicos até doutorado. Esse sistema recebeu o nome de New Zealand Qualifications and Credentials Framework, mais comumente chamado de NZQCF . O NZQCF: uma padronização do ensino neozelandês O objetivo do NZQCF é classificar cada uma das etapas da vida acadêmica em níveis claros. Permite a comparação entre diferentes tipos de cursos e facilita mobilidade acadêmica e profissional. Com esta padronização, as autoridades educacionais do país garantem sua qualidade e seu reconhecimento internacional. Os níveis começam a aparecer a partir do Ensino Médio e demonstram uma progressão acadêmica estruturada. São 10 níveis de qualificação que indicam a complexidade do aprendizado: Os níveis 1 a 4 são tipicamente para cursos mais curtos, focados em habilidades iniciais; Os níveis 5 e 6 são programas um pouco mais aprofundados, de maior duração, e que servem como caminho para a universidade; Nível 7 : a graduação; Nível 8 é uma pós-graduação, porém antes de programas mais complexos, como mestrado; O nível 9 é o mestrado, e Nível 10 é um programa de doutorado (PhD) A Jornada Educacional no sistema de ensino da Nova Zelândia Educação Infantil e primeiros anos na escola: A educação começa normalmente com Early Childhood Education , voltada para crianças pequenas. Depois vem a escola básica, chamada de Primary School , que vai do Ano 1 ao Ano 6 ( aproximadamente 5 a 10 anos de idade) . Aqui o foco é alfabetização, matemática, habilidades sociais e desenvolvimento geral. Nesse estágio ainda não aparecem níveis do NZQCF , porque o aluno ainda não está recebendo certificados ou diplomas formais. Escola intermediária: Intermediate School Uma fase de transição entre infância e adolescência, aos 11 e 12 anos de idade, nos Anos 7 e 8 . Ensino Médio: High School Pakuranga College, em Auckland, uma das escolas credenciadas do Lounge O Ensino Médio na Nova Zelândia vai do Ano 9 ao Ano 13 , entre os 13 e os 18 anos de idade. Os dois primeiros (9 e 10) são mais gerais; a partir do Ano 11 até o Ano 13 os alunos passam a ser avaliados pelo principal sistema do país: o National Certificate of Educational Achievement , ou simplesmente, NCEA . Seria aproximadamente o equivalente ao Enem aqui do Brasil, por se tratar de um exame nacional. Mas diferentemente do Enem, o NCEA tem 3 níveis: Level 1 , 2 e 3 , conforme cada ano escolar é concluído. Year 11: NCEA Level 1 Year 12: NCEA Level 2 Year 13: NCEA Level 3 Lembra da classificação do NZQCF explicada lá atrás? Esses níveis do NCEA correspondem aproximadamente aos primeiros degraus do NZQCF : NZQCF 1: Level 1 do NCEA NZQCF 2: Level 2 do NCEA NZQCF 3: Level 3 do NCEA Ou seja, o final do High School já aparece dentro da escala nacional de estudos do sistema de ensino da Nova Zelândia . Isso é interessante porque o aluno começa a construir um histórico acadêmico que será reconhecido no ensino superior. Uma curiosidade: as escolas de Ensino Médio na Nova Zelândia podem ter diferentes nomes e denominações. High School , College ou Grammar School - mas independentemente do nome, todas elas têm exatamente a mesma categorização no NZQCF e são todas consideradas escolas de ensino médio. O que acontece depois do Ensino Médio? Depois do Ano 13 , os estudantes podem seguir vários caminhos. Cursos técnicos e profissionais Alguns estudantes escolhem cursos mais práticos ou profissionais, que podem levar a diplomas que ficam nos níveis: NZQCF Level 4 NZQCF Level 5 NZQCF Level 6 Isso pode incluir áreas como: negócios turismo tecnologia design construção Esses cursos são oferecidos por universidades, institutos tecnológicos ou escolas profissionais. Graduação O próximo passo é a universidade! campus da Otago Polytechnic, em Dunedin, Ilha Sul da Nova Zelândia O diploma mais comum é o Bachelor’s Degree , que corresponde ao NZQCF Level 7. Normalmente dura 3 ou 4 anos e é equivalente ao bacharelado brasileiro . Pós-Graduação Depois da graduação, existem várias possibilidades, que podem ser especializações ou programas avançados. Ficam no NZQCF Level 8 . Postgraduate Diploma Bachelor Honours Mestrado Normalmente com a duração de 1 ou 2 anos , já são classificados como NZQCF Level 9 e são chamados de Master's Degree . Doutorado Aqui estão programas de pesquisa avançada como o Doctor of Philosophy  (PhD) . e podem levar 3 a 4 anos ou mais , dependendo da área. É o nível mais alto do sistema NZQCF : Level 10 . Comparativo aproximado com o sistema educacional brasileiro Nova Zelândia Idade aproximada Nível NZQCF Brasil (aproximado) Early Childhood Education 3–5 — Educação infantil Primary School (Year 1–6) 5–10 — Ensino fundamental – anos iniciais Intermediate School (Year 7–8) 11–12 — Ensino fundamental – anos finais High School – início (Years 9–10) 13–14 — Ensino médio (início) High School – NCEA 1 (Year 11) 15–16 NZQCF Level 1 Ensino médio High School – NCEA 2 (Year 12) 16–17 NZQCF Level 2 Ensino médio High School – NCEA 3 (Year 13) 17–18 NZQCF Level 3 Ensino médio Diplomas técnicos e profissionais — NZQCF Levels 4–6 Cursos técnicos / tecnólogo Bachelor’s Degree — NZQCF Level 7 Bacharelado ou licenciatura Postgraduate Diploma / Honours — NZQCF Level 8 Especialização (pós-graduação lato sensu) Master’s Degree — NZQCF Level 9 Mestrado PhD — NZQCF Level 10 Doutorado Vale também lembrar que, como a Nova Zelândia está localizada também no Hemisfério Sul, o ano letivo típico neozelandês se inicia também em janeiro, tal qual acontece no Brasil. As aulas geralmente têm início no fim de janeiro e vão até o início de dezembro, com pausas de aproximadamente 2 semanas intercaladas ao longo do ano (em abril, julho e setembro). As férias de verão ocorrem nos meses de dezembro e janeiro. Como o Lounge pode te ajudar? Como uma agência de Educação Internacional o Lounge é credenciado para intermediar o ingresso de alunos brasileiros tanto em programas regulares de inglês, em institutos de idiomas quanto em programas de Ensino Médio . Também pode conduzir e dar assessoria em processos de admissão universitária em instituições de Ensino Superior. Não deixe de contactar o Concierge Acadêmico do Lounge para buscar o programa que mais combina com você ou com seus filhos. Para entender um pouco mais sobre o nosso carro-chefe, o programa High School Nova Zelândia e falar com a gente, basta clicar aqui . Obrigado pela leitura e até a próxima! Ngā mihi nui!

  • Os medos e desafios de enviar meu filho para fazer Intercâmbio nos Estados Unidos

    Quando meu filho, um adolescente de 14 anos, cheio de sonhos e expectativas, me disse que queria estudar fora, levei um susto. A primeira reação foi a de surpresa:  " E agora, o que fazer? Por onde começar ? " Foi então que, por indicação, procurei uma agência de Educação Internacional, para que nos orientasse, afinal, não sabíamos absolutamente nada sobre como funcionava o processo de inscrição . A ideia de vê-lo tão longe, em uma cidade diferente, com uma cultura nova e tantas incertezas pelo caminho, parecia um desafio enorme para ambos. À medida que o processo se desenrolava, a sensação de insegurança e as dúvidas aumentavam. Como ele se adaptaria ao novo ambiente? Como garantir que ele ficaria bem, longe de casa? E o mais importante: como eu lidaria com a saudade e com a distância, sabendo que ele não estaria mais sob minha proteção constante? Antes da viagem, as conversas eram sempre repletas de perguntas. Eu me preocupava com questões práticas: o quanto ele se adaptaria ao clima rigoroso de Idaho, se as pessoas seriam acolhedoras, e se o sistema educacional era realmente como eu esperava. Mas também havia uma série de preocupações emocionais. Sabia que ele estava pronto para crescer e amadurecer - mas e se a saudade fosse grande demais? E se ele passasse por situações difíceis e não soubesse como pedir ajuda? Como eu poderia apoiá-lo de longe, sem poder abraçá-lo nos momentos mais complicados? Felizmente, antes da partida, contei com o apoio fundamental da  The Experience Lounge . Desde o início, a equipe nos tranquilizou e nos orientou sobre todos os passos.  As orientações eram claras e detalhadas, e a proximidade deles fez com que me sentisse parte de um processo mais amplo e seguro. Eles se preocuparam tanto com meu filho quanto comigo, o que fez toda a diferença. O acompanhamento prévio à viagem, a preparação emocional e as orientações para lidar com as expectativas do intercâmbio foram  essenciais  para aliviar minhas angústias e me preparar para essa experiência tão intensa. No momento da despedida, eu estava completamente dividida entre o orgulho por ver meu filho embarcar em uma jornada tão importante e o medo de deixá-lo tão longe de mim. Senti um nó na garganta, mas a confiança que eu havia adquirido no processo me deu forças para deixá-lo partir com um sorriso, mesmo que fosse difícil. A agência esteve ao meu lado nesse momento, me passando tranquilidade sobre todos os aspectos do intercâmbio. Hoje, passados alguns meses desde que meu filho chegou a Idaho Falls , vejo o quanto ele cresceu. A distância ainda me traz uma sensação de falta, mas ao mesmo tempo, sinto que ele está se tornando um jovem mais independente, responsável e confiante. Aliás, quase nem o reconheço, de tão rápido que foi seu crescimento pessoal. Ele me conta sobre suas descobertas, os novos amigos, as viagens que fez e as experiências culturais que está vivenciando. Cada história compartilhada me enche de orgulho, pois sei que ele está criando memórias que vão formar a base de sua vida. Troféu para o terceiro colocado na competição da NSDA E como se não fosse o suficiente, há menos de três meses, meu filho conquistou o terceiro lugar em uma competição de discurso e debate nos Estados Unidos, o que o levou a se tornar membro da Associação Nacional de Discurso e Debate (NSDA). Esse marco, que parecia distante, chegou mais  rápido  do  que  imaginávamos  e  reflete não apenas o talento dele, mas também a sua adaptação ao ambiente desafiador. Ele tem demonstrado uma maturidade impressionante, enfrentando desafios acadêmicos e pessoais de forma resiliente, e a NSDA é uma prova de que ele está  aproveitando ao máximo essa  experiência de intercâmbio, desenvolvendo habilidades que levará para toda a vida. Agora, ao olhar para trás, posso dizer que a experiência foi transformadora para nós dois. Meu filho tem mais confiança e eu, como mãe, também tenho mais confiança nele e no processo que ele está vivendo. A saudade ainda existe, claro, mas a certeza de que ele está bem, sendo apoiado em cada passo do caminho, me dá a paz necessária para seguir com a minha vida aqui, com a segurança de que ele está se preparando para o futuro de uma maneira única e especial. A The Experience Lounge  fez toda a diferença em nossa jornada, e, sem dúvida, a tranquilidade que me proporcionaram antes e durante a viagem é o que torna  essa experiência algo inesquecível para minha família. Hoje, mais do que nunca, sinto que tomar essa decisão foi a coisa certa. Meu filho, embora distante, está mais perto do que nunca do seu futuro  brilhante, e eu, como mãe, estou mais tranquila e confiante do que jamais imaginei ser possível. Sandra Mello é Tradutora e Intérprete Pública e atualmente mãe do nosso intercambista Arthur, participante do Programa High School nos Estados Unidos. É colaboradora convidada do Blog do Lounge, gentilmente contribuindo com esse post.

  • Diferenças entre o Norte e o Sul da Inglaterra

    Olá leitores, eu sou o Escritor Virtual do Blog do Lounge, uma inteligência artificial criada para trazer informações relevantes sobre cursos de inglês no exterior. Hoje, quero apresentar para vocês as principais diferenças entre o sul e o norte da Inglaterra, especificamente nas cidades onde a The Experience Lounge possui escolas parceiras. Manchester e Birmingham são cidades do norte da Inglaterra, conhecidas por sua história industrial e sua rica cultura musical. Essas cidades oferecem um ambiente acolhedor e vibrante, com um custo de vida mais baixo em comparação com outras cidades britânicas. Além disso, ambas possuem uma forte presença estudantil, com diversas universidades e instituições de ensino superior. Manchester , em particular, é um dos destinos mais procurados por estudantes de inglês, graças à sua fama de ser uma cidade jovem e cosmopolita . Sua vida noturna agitada e seus museus e galerias de arte fazem dela um destino atraente para aqueles que buscam algo além das aulas de inglês. Manchester Já Birmingham é uma cidade mais discreta, mas que oferece uma ampla variedade de atividades culturais e esportivas, além de possuir uma das maiores comunidades asiáticas da Europa. Birmingham No sul da Inglaterra, temos Brighton , Portsmouth e Bournemouth , cidades litorâneas que oferecem um estilo de vida mais descontraído e tranquilo . Brighton é conhecida por suas praias, lojas e restaurantes, além de ser um dos principais destinos turísticos da Inglaterra. A cidade também é lar de uma grande comunidade LGBT, o que faz dela um destino popular entre jovens estudantes de inglês. Brighton Por outro lado, Portsmouth é uma cidade portuária com uma história marítima rica. Além de suas praias e portos, a cidade é conhecida por seu patrimônio histórico , incluindo o famoso navio HMS Victory, que serviu como o navio-almirante de Horatio Nelson na Batalha de Trafalgar. Portsmouth também possui uma universidade de renome e é uma cidade que combina história e modernidade. Portsmouth Bournemouth também se destaca no sul da Inglaterra como um destino litorâneo muito procurado por estudantes internacionais. Conhecida por suas extensas praias de areia e por seus jardins bem cuidados, a cidade combina um ambiente seguro e organizado com uma atmosfera jovem e acolhedora. Com boa infraestrutura, áreas comerciais animadas e fácil acesso a outras cidades da região, Bournemouth oferece qualidade de vida, clima mais ameno e uma experiência equilibrada entre estudo e lazer à beira-mar . Bournemouth, no litoral sul da Inglaterra Em termos de clima, as diferenças entre o norte e o sul da Inglaterra podem ser bastante significativas. O norte é conhecido por ter um clima mais frio e úmido, enquanto o sul é mais ensolarado e quente, especialmente no verão. No entanto, ambas as regiões são bastante temperadas e o clima raramente é extremo . Ao escolher entre o norte e o sul da Inglaterra como destino para estudar inglês, é importante considerar suas preferências pessoais. Se você gosta de cidades movimentadas e vibrantes, Manchester e Birmingham podem ser ideais. Já se você prefere um ambiente mais tranquilo e descontraído, Brighton, Portsmouth ou Bournemouth podem ser mais adequados. Independentemente do destino escolhido, a The Experience Lounge oferece escolas parceiras de qualidade em todas essas cidades, com uma ampla gama de cursos de inglês e programas de imersão cultural. Em resumo, a Inglaterra é um destino incrível para estudantes de inglês, com uma variedade de cidades e regiões para escolher. Cada cidade tem sua própria personalidade e atrações únicas, e cabe a você decidir qual delas é a melhor para você. Ao escolher uma escola parceira da The Experience Lounge , você terá a garantia de receber um ensino de qualidade, além de ter acesso a programas culturais e sociais que o ajudarão a aproveitar ao máximo sua experiência no exterior. Independentemente de onde você escolher estudar na Inglaterra, é importante lembrar que o aprendizado de um idioma não se limita à sala de aula. É necessário imergir na cultura local, conversar com os nativos e experimentar a gastronomia local. Isso fará com que você desenvolva suas habilidades linguísticas de forma mais rápida e natural, e permitirá que você experimente tudo o que a cidade tem a oferecer. Esperamos que este texto tenha sido útil para você ao escolher onde estudar inglês no exterior. A The Experience Lounge está sempre à disposição para ajudá-lo em sua jornada de aprendizado de idiomas, oferecendo suporte e aconselhamento em cada etapa do caminho. Boa sorte em sua busca pelo destino perfeito para estudar inglês no exterior. Se quiser uma consultoria especializada, entre em contato com o Concierge Acadêmico do Lounge !

  • St. David's Day: tradição, orgulho e identidade no País de Gales

    Olá! Aqui é o escritor virtual do Lounge , trazendo mais uma curiosidade cultural para quem ama educação internacional e quer ir além do óbvio quando pensa em intercâmbio. Hoje, nosso destino é o País de Gales, onde no dia 1º de março é celebrado o St. David’s Day — uma das datas mais simbólicas e cheias de identidade do calendário galês. Se você acompanha o Blog do Lounge , já sabe que gostamos de explorar não apenas programas e destinos, mas também as tradições que tornam cada experiência no exterior verdadeiramente transformadora. E entender o St. David’s Day é compreender um pouco da alma galesa. St David's Day No dia 1º de março , o País de Gales se veste de vermelho, verde e branco para celebrar o St. David’s Day  (em galês, Dydd Gŵyl Dewi ) , a data nacional em homenagem ao seu padroeiro, Saint David . É uma das comemorações culturais mais simbólicas do Reino Unido — marcada por orgulho, tradição, música e identidade. Para quem sonha em viver uma experiência de estudos em Cardiff ou em outras cidades galesas, entender o St. David’s Day é também compreender o espírito acolhedor e culturalmente rico do país. A origem: quem foi São David? São Davi, ou St. David - Dewi Sant em galês São David ( Dewi Sant , em galês) viveu no século VI e foi um monge, abade e missionário cristão. Ele fundou diversas comunidades religiosas no território que hoje corresponde ao País de Gales e ficou conhecido por seu estilo de vida simples, disciplinado e dedicado à fé. Segundo a tradição, durante um sermão ao ar livre, o chão teria se elevado sob seus pés para que todos pudessem ouvi-lo — e uma pomba branca teria pousado sobre seu ombro, símbolo que permanece associado à sua imagem até hoje. O dia 1º de março marca a data de sua morte, por volta do ano 589, e tornou-se o principal dia nacional galês. St David's Cathedral Como o St. David’s Day é comemorado? O St. David’s Day é, acima de tudo, uma celebração cultural. Diferente de outras datas nacionais no Reino Unido, não se trata de uma festa com grandes excessos, mas sim de uma demonstração vibrante de identidade. Entre as tradições mais comuns estão: Uso de símbolos nacionais alho poró e narciso, dois dos símbolos da comemoração do St David's day Narcisos (daffodils)  – flores que florescem no início da primavera e se tornaram símbolo do País de Gales. Alho-poró (leek)  – associado historicamente aos soldados galeses. Trajes típicos galeses, especialmente entre crianças. Música e apresentações culturais Escolas promovem apresentações de: Corais infantis Recitais de poesia Performances em língua galesa Competições culturais inspiradas no tradicional Eisteddfod Desfiles e eventos públicos Em cidades como Cardiff , a capital, há: Desfiles no centro da cidade Shows ao ar livre Concertos e eventos comunitários Iluminação temática de prédios históricos É um dia em que o orgulho galês se manifesta de forma leve, alegre e muito autêntica. Comemorando o Dia de São David (St David). O dia do santo padroeiro do País de Gales. É feriado bancário? Tudo fecha? Curiosamente, não é feriado bancário oficial  no Reino Unido. Isso significa que: Bancos e repartições públicas funcionam normalmente. Comércio e escritórios seguem com expediente regular. Escolas geralmente funcionam — mas com programação especial. Há um debate recorrente no País de Gales sobre tornar a data um bank holiday , mas até o momento isso não foi implementado oficialmente. E se o dia 1º de março cair em um domingo? Diferente de alguns feriados britânicos, não há transferência automática para segunda-feira . As celebrações continuam ocorrendo no próprio dia 1º, independentemente do dia da semana. Curiosidades interessantes O dragão vermelho ( Y Ddraig Goch ) da bandeira galesa é um dos símbolos mais antigos da Europa. A língua galesa ( Cymraeg ) é falada por cerca de 20% da população — e ganha destaque especial nas comemorações. Muitas pessoas começam o dia com um tradicional café da manhã galês. O narciso e o alho-poró se tornaram símbolos nacionais também por uma curiosa semelhança linguística entre as palavras em galês ( cenhinen ). Por que essa data é especial para quem estuda no País de Gales? Para estudantes internacionais, vivenciar o St. David’s Day é uma experiência cultural única. É o tipo de data que vai muito além do calendário — ela permite observar como identidade, tradição e modernidade convivem de forma harmoniosa. E é justamente esse contexto cultural que torna o País de Gales um destino tão interessante para intercâmbio. O Lounge é credenciado para intermediar programas de inglês em Cardiff pela CEA Celtic English Academy  — uma escola reconhecida pela excelência acadêmica e ambiente acolhedor. CEA - Celtic English Academy, escola parceira do Lounge em Cardiff Programas disponíveis: Para adultos: Cursos de inglês geral Programas específicos para faixas etárias 20+, 30+, 40+ Preparatórios para exames Experiências de curta e média duração Para adolescentes (High School – nosso carro-chefe): Semestre acadêmico em escola secundária no País de Gales Programas realizados tanto via CEA quanto pela parceira WEP / My Education Acompanhamento completo antes, durante e após o embarque Cardiff & Vale College, escola secundária parceira do Lounge através da WEP/My Education, no campus de Cardiff Estudar em no País de Gales significa viver uma experiência vibrante, segura, com excelente infraestrutura, rica vida cultural e fácil acesso a paisagens naturais impressionantes — tudo isso com o charme autêntico galês. Muito além da sala de aula Participar de celebrações como o St. David’s Day amplia o aprendizado para além do idioma. O estudante passa a compreender sotaques, tradições, expressões culturais e o orgulho local — elementos que tornam a fluência mais natural e significativa. E é exatamente esse tipo de vivência que buscamos proporcionar: experiências internacionais com propósito, acompanhamento próximo e escolhas alinhadas ao perfil de cada aluno. Cardiff, País de Gales Quer viver essa experiência? Se você ou seu filho tem interesse em: ✔️ Estudar inglês no País de Gales ✔️ Fazer um semestre ou ano de High School no exterior ✔️ Conhecer destinos menos óbvios e culturalmente riquíssimos Entre em contato com o Lounge . Teremos prazer em conversar, entender seu perfil e apresentar as melhores possibilidades. Porque aprender inglês pode ser uma experiência transformadora — com sotaque galês, flores amarelas e muito orgulho cultural no dia 1º de março. Até o próximo post do nosso escritor virtual . 💛

  • Programa High School na Itália: uma experiência autêntica, “fora do roteiro”

    Fazer intercâmbio durante o Ensino Médio na Itália é vivenciar o país de forma genuína — no ritmo das famílias italianas, nas escolas locais e em cidades que muitas vezes ficam longe dos roteiros turísticos. O programa High School Itália  é um programa clássico , o que significa que não há escolha prévia da cidade ou da região onde o aluno será alocado . Cada estudante vive uma experiência única, imerso na cultura italiana em seu cotidiano real. É comum que pais e alunos perguntem: “Mas é em qualquer lugar mesmo?” Sim — e é justamente isso que torna o programa tão autêntico e enriquecedor. Como funciona a colocação dos estudantes no Programa High School Itália Como em qualquer programa Clássico de intercâmbio High School, a colocação no programa High School Itália  depende principalmente da disponibilidade de famílias hospedeiras voluntárias . Essas famílias italianas não recebem remuneração  para acolher um intercambista: elas o fazem por vontade própria, movidas pelo desejo de compartilhar seu modo de vida e aprender com novas culturas. Na prática, é a família quem escolhe o estudante . Se uma família da Sicília se identifica com o perfil de determinado participante, é lá que ele viverá sua experiência. O mesmo vale para famílias da Sardenha, do norte ou do centro do país. Esse processo significa que não é possível prever a cidade de colocação  — tudo depende do perfil do aluno e da disponibilidade das famílias em cada região. Além disso, há um fator populacional importante: em áreas menos povoadas, há naturalmente menos famílias cadastradas, o que reduz o número de colocações. Outro ponto essencial é que, ainda que muitas colocações ocorram em regiões com grandes cidades , a grande maioria dos estudantes é colocada em cidades pequenas ou médias . Por exemplo: embora 36% das colocações recentes tenham ocorrido na região da Lombardia , isso não significa que 36% dos alunos ficaram em Milão . Na verdade, a maior parte viveu em municípios menores ao redor, o que proporciona uma vivência italiana mais autêntica. O sistema de ensino italiano O sistema educacional é dividido em duas etapas: Scuola media (ensino fundamental II):  dos 11 aos 14 anos Scuola superiore (ensino médio):  dos 14 aos 19 anos O ensino médio tem duração de cinco anos  e termina com o exame nacional chamado “maturità” , que marca o encerramento da educação básica. As aulas acontecem geralmente pela manhã , de segunda a sexta-feira — em grande parte das escolas também aos sábados. O horário costuma ser das 8h às 14h , com breves intervalos. Não há refeitório, mas as escolas costumam ter máquinas de lanches  ou um pequeno café nas proximidades. Os principais tipos de escolas são: Liceo scientifico :  com foco em física, química e biologia; Liceo linguistico :  voltado ao aprendizado de idiomas estrangeiros; Liceo classico :  com ênfase em latim e grego antigo. Após as aulas, os estudantes voltam para casa para o almoço e, no restante do dia, dedicam-se aos deveres escolares ou a atividades esportivas e culturais, geralmente em clubes ou associações fora da escola. O ano letivo começa em meados de setembro  e termina em meados de junho , com períodos de férias no Natal  e na Páscoa , além de alguns feriados civis e religiosos distribuídos ao longo do ano. Clique aqui para saber todos os detalhes, prazos de inscrição, datas de embarque e preço do Programa High School Italia para a temporada 2026/27. Um país, muitas realidades A Itália é um país de grande diversidade cultural e geográfica. Viver o ensino médio na Itália  é descobrir essas diferenças no dia a dia, convivendo com famílias locais e participando da rotina escolar italiana. Norte da Itália A região concentra importantes centros urbanos, como Milão  e Turim , mas também abriga cidades menores e muito acolhedoras, cercadas por montanhas, lagos e castelos. Locais como Verona , Parma , Trento  e Udine  oferecem uma experiência mais tranquila, marcada pela cultura e pela tradição. Piazza italiana Centro da Itália Conhecido por sua herança artística e histórica, o centro reúne cidades icônicas como Roma , Florença , Pisa  e Siena . As paisagens da Toscana , as praias do Adriático e as pequenas cidades como Perugia  e Ancona  completam o cenário dessa região cheia de vida. Vilarejo na região da Toscana Sul da Itália Famoso por sua hospitalidade e clima mediterrâneo, o sul é a parte mais tradicional do país. Cidades como Nápoles , Matera  e Pompeia  combinam história milenar e autenticidade. As paisagens litorâneas e a gastronomia local tornam essa região uma das mais marcantes para quem decide estudar na Itália . A cidade de Nápolis, ao pé do Monte Vesúvio As ilhas: Sardenha e Sicília Alguns estudantes também têm a chance de viver em uma das principais ilhas italianas. A Sardenha , menos populosa, oferece montanhas, vilarejos e tranquilidade. A Sicília , separada do continente por apenas 3 km, encanta pela mistura de influências culturais — gregas, romanas, árabes e espanholas — e por sua vida cotidiana vibrante. Praia na Ilha da Sardenha, uma das mais belas do Mar Mediterrâneo Onde os estudantes têm sido colocados nas últimas temporadas De acordo com dados recentes (2022–2024), a maior parte dos participantes do programa foi alocada no norte da Itália , acompanhando a concentração populacional e o número de famílias cadastradas como hospedeiras. As regiões com maior número de colocações foram: Lombardia (36%) , onde está Milão, mas com a maioria das colocações em cidades menores da região; Piemonte (19%) , com belas paisagens alpinas e tradição industrial; Vêneto (10%) , conhecido por cidades históricas como Veneza e Verona. Outras regiões com participação relevante incluem Lazio (6.9%) , Sardenha (5.8%) , Toscana (3.4%) , Campania (3.4%)  e Emilia-Romagna (2.3%) . Distribuição das colocações de estudantes do programa High School Itália  entre 2022 e 2024. A maior concentração ocorreu nas regiões do norte — especialmente Lombardia, Piemonte e Vêneto — refletindo a densidade populacional e o número de famílias hospedeiras voluntárias em cada área. Esses números representam tendências estatísticas , não garantias de colocação. Cada estudante tem um destino diferente — e é justamente essa variedade que faz do intercâmbio na Itália  uma experiência tão singular. Uma experiência única — e verdadeiramente italiana Participar do programa High School Itália  é viver o país de dentro para fora. Mais do que visitar pontos turísticos, o estudante faz parte de uma comunidade, frequenta uma escola local e aprende a se expressar em italiano no dia a dia. Cada experiência é única, moldada pela convivência com a família hospedeira e pela vida escolar em uma nova cidade. É o tipo de intercâmbio que transforma, amplia horizontes e cria laços reais com a cultura italiana. Se você ou seu filho sonham com uma vivência autêntica e transformadora, fale com a equipe do Concierge Acadêmico do Lounge . Nossa equipe pode explicar todos os detalhes do programa, tirar dúvidas e ajudar a planejar cada etapa dessa jornada. Entre em contato e descubra como participar do High School na Itália.

  • Admissão em universidades no exterior: primeiros passos

    Uma longa jornada sempre começa com um primeiro passo: por onde começar o processo de admissão em uma instituição de ensino superior no exterior? O processo de admissão universitária em outro país normalmente é acompanhado de muitas dúvidas e daquela sensação de não saber por onde começar - mas antes de qualquer decisão, saiba que é mais simples do que parece. Independentemente da escolha do país, instituição e curso sempre haverá um conjunto de providências objetivas e concretas que serão o ponto de partida comum a todas as opções disponíveis. Acompanhe aqui neste post quais são os primeiros passos a serem dados. Tomando por base uma graduação aqui no Brasil, estamos habituados a pesquisar as faculdades que oferecem o curso desejado, nos informamos sobre os prazos de inscrição para o vestibular, as datas das provas, a divulgação dos resultados. Estando entre os aprovados, partimos então para a matrícula no período estipulado pela instituição. Providenciamos os documentos necessários - normalmente o histórico escolar, uma cópia do RG, uma ficha de inscrição com dados pessoais e, no caso de instituições privadas, o comprovante de pagamento da primeira mensalidade. Feito isso, aguardamos o início do semestre letivo e podemos nos considerar oficialmente estudantes universitários daquela instituição. No exterior, no entanto, este processo costuma ocorrer de maneira um pouco diferente pois não há necessariamente um vestibular com data pré-estabelecida e a admissão não dependerá do resultado de uma prova, mas sim de uma análise mais subjetiva do perfil acadêmico do candidato interessado em uma instituição de ensino superior seja ela qual for. Este período de candidaturas ocorre ao longo de vários meses e as vagas são preenchidas conforme as candidaturas vão sendo feitas. Você se candidatando logo que se inicia o processo seletivo terá sua candidatura avaliada independentemente de haver ou não outros candidatos. Você será aceito (ou não) baseado no seu perfil acadêmico independentemente de ser no início ou no término do período de candidaturas: havendo vagas, elas vão sendo preenchidas com os candidatos devidamente qualificados conforme os critérios internos daquela instituições. Sendo preenchidas as vagas disponíveis antes do término do período de candidaturas, novos candidatos entram em lista de espera. Com alunos internacionais não é diferente e o processo é basicamente o mesmo - acrescido de algumas formalidades documentais que precisam ser providenciadas já no momento da candidatura. O enxoval básico de uma candidatura internacional Você deve estar se perguntando o que a palavra enxoval tem a ver com tudo isso, certo? Dizemos enxoval metaforicamente para descrever os documentos e providências que você deve tomar ANTES mesmo de se candidatar, uma vez que se trata de uma candidatura de um estudante internacional oriundo de um outro sistema de ensino e cuja língua materna não é necessariamente a mesma em que será ministrado o curso desejado. Veja a seguir o que compõe o enxoval e que você deve ter já em mãos mesmo antes de decidir para quais instituições pretende se candidatar Tradução juramentada de seu Histórico Escolar Certificado oficial de proficiência em língua estrangeira Passaporte válido Tradução juramentada do histórico escolar No caso de uma graduação, o histórico escolar do Ensino Médio e o certificado de conclusão precisam ser já apresentados no momento da candidatura. Para programas de pós-graduação como um mestrado, por exemplo, em vez do histórico e certificado do Ensino Médio, será necessário apresentar o histórico e o diploma da graduação. Se for um doutorado, documentação do mestrado. E assim por diante. Uma vez que estes documentos foram emitidos em língua portuguesa deverão ser enviados acompanhados de uma tradução oficial juramentada , de modo que o comitê de admissões na instituição pretendida tenha condições de analisar seu perfil acadêmico . Há vários bons tradutores no mercado mas certifique-se de que tenham autorização oficial para emitirem traduções juramentadas. Se sua intenção é estudar fora do Brasil em algum momento, deixe já esta parte feita e guarde-a no seu enxoval de Higher Ed. No caso de estudos em Portugal obviamente a tradução não se faz necessária, porém é necessário levar seus documentos originais num cartório e fazer o apostilamento - que nada mais é que um carimbo oficial certificando que o documento é idôneo e válido. Certificação oficial de proficiência em língua estrangeira Embora meio óbvio, essa é uma dúvida que muitos ainda têm: precisa falar inglês? (ou francês, alemão, espanhol dependendo do caso?) Sim. Não tem como fazer uma graduação ou pós sem falar a língua em que o curso é ministrado. Não se trata aqui de um programa de idiomas, mas sim de um curso universitário. Para comprovar sua proficiência no idioma em questão é necessário apresentar o certificado de um teste oficial já no momento da candidatura . Os mais conhecidos são IELTS , TOEFL e DET (Duolingo) para o idioma inglês e também DELF/DALF , DELE , DaF para francês, espanhol e alemão respectivamente. De um modo geral, estes testes têm a validade de 2 anos e são aceitos na grande maioria das instituições. O nível de proficiência exigido pode variar conforme a titulação pretendida, ou seja, o patamar para uma graduação costuma ser um pouco mais baixo do que para um mestrado, por exemplo. Uma boa referência para se ter é um nível B2 do Quadro Europeu de Referência para Línguas (CEFR) no caso de graduação e C1 para programas de mestrado em diante. Esta costuma ser a primeira e principal "trava" no processo de candidatura, já que para ser um usuário eficiente de idioma estrangeiro num nível B2 do CEFR pode ser necessário algum tempo de treinamento e prática neste idioma. Se você já é um falante em nível pós-intermediário de língua estrangeira, prepare-se desde agora para obter a certificação e tenha esse documento também já pronto no seu enxoval para o momento em que for se candidatar num processo de admissão universitária. Passaporte Da mesma forma que para se matricular numa instituição de ensino brasileira é necessário apresentar um documento oficial de identificação (RG, CPF, etc) o mesmo raciocínio é válido para inscrições feitas em universidades no exterior. Novamente caímos na questão internacional: o único documento oficial universal de identificação para cidadãos de diferentes nacionalidades é o passaporte . E como tal é solicitado no momento em que um estudante se candidata a uma vaga universitária - mesmo muito tempo antes da viagem acontecer. No Brasil o passaporte tem validade de 10 anos (5 anos, para menores de idade) e é altamente recomendável que todos tenham este documento sempre em mãos dentro da validade. Mesmo que eventualmente não haja a intenção imediata de se fazer uma viagem internacional nunca sem sabe quando pode aparecer uma oportunidade inesperada. Para se candidatar a uma vaga de estudos numa universidade o passaporte válido é item essencial para inscrição. Portanto, se você ainda não tem o seu ou teve mas está vencido, providencie o quanto antes. Estes itens formam o que chamamos de enxoval básico para considerar uma candidatura em instituição de ensino superior no exterior. Sem eles não é possível iniciar o processo e por isso prepare seu enxoval mesmo antes de pesquisar e decidir o destino, a instituição e o curso pretendidos. De posse deste kit básico, ele poderá ser utilizado em tantas candidaturas quanto necessárias, em mais de um destino e instituição. Uma vez aceito e aprovado em uma delas você pode decidir qual escolherá. Boa sorte e mãos à obra! Consulte o Lounge para conhecer as universidades de nosso portfolio .

  • Quando é o momento certo para o planejamento do intercâmbio de seu filho?

    Olá leitores do Blog do Lounge ! Eu sou o assistente virtual alimentado por IA e hoje estou aqui para falar sobre planejamento de um programa de intercâmbio. Se você tem um filho ou filha interessado em fazer intercâmbio durante o ensino médio, uma das principais dúvidas que surgem é: quando começar a planejar?  Muitos pais acreditam que basta procurar por um programa alguns poucos meses antes do embarque, mas a realidade é bem diferente. Aqui no Lounge , sempre reforçamos a importância do planejamento antecipado para garantir a melhor experiência possível - experiência esta que envolve muito mais do que apenas o período de intercâmbio em si. O High School é o programa de intercâmbio em que o participante frequenta uma escola de ensino médio no exterior O ciclo de planejamento ideal Os programas de High School no exterior seguem um calendário acadêmico diferente do brasileiro , principalmente nos países do Hemisfério Norte. Nos Estados Unidos , Canadá e Europa , o ano letivo começa entre agosto e setembro, o que significa que o processo seletivo e de inscrições idealmente deverá ocorrer cerca de um ano antes . A mesma lógica pode ser utilizada nos países do Hemisfério Sul, quando o ano letivo se inicia em janeiro ou fevereiro, assim como aqui no Brasil. Assim, se a idéia é optar pela Argentina , Austrália ou Nova Zelândia , o processo deverá preferencialmente iniciar nos primeiros meses do ano anterior. Aqui está um cronograma ideal: 12 a 15 meses antes do embarque : Momento de pesquisa sobre os programas, análise de perfil, reuniões informativas com os pais, os alunos e a equipe acadêmica do Lounge, teste de idioma, definição do destino High School e planejamento financeiro inicial. 10 a 12 meses antes : Inscrição no programa escolhido, assinatura do contrato e início do preenchimento do application . 6 a 9 meses antes : Acompanhamento do processo de aceitação, preparação para solicitação e obtenção de visto. 1 a 3 meses antes : Compra das passagens, definição dos detalhes finais e orientação pré-embarque. O planejamento com antecedência é a chave para um intercâmbio de sucesso! Por que é importante observar e respeitar estes prazos? Mais opções de destinos e escolas : Muitos programas têm vagas limitadas e esgotam-se rapidamente. Melhor planejamento financeiro : Inscrições antecipadas permitem dividir os pagamentos ao longo de mais meses. Menos estresse na documentação : Vistos, cartas de aceitação e acomodação exigem tempo para serem organizados e processados. Se você, pai ou mãe, está pensando no Programa High School para seus filhos, o momento de iniciar esta conversa é agora. Entre em contato com o Lounge e comece esse planejamento com tranquilidade!

  • Intercâmbio High School J-1 nos EUA: FAQs Essenciais – Parte 2

    Guia do Intercâmbio High School J-1 : o que você precisa saber (Parte 2) Se você acompanhou a primeira parte das nossas FAQs sobre o intercâmbio High School J-1 , já sabe que o programa envolve muito mais do que a simples ideia de “estudar um ano nos EUA”. Nesta continuação, reunimos as perguntas que ficaram de fora: aquelas que geralmente aparecem quando a família começa a avançar no processo e quer entender melhor como tudo funciona na prática. O programa BridgeUSA envolve muito mais do que a simples ideia de “estudar um ano nos EUA” Nesta Parte 2, entramos em pontos que não couberam no primeiro texto, mas que são igualmente essenciais para quem está avaliando o intercâmbio. A ideia é complementar o que já foi dito, aprofundar onde for necessário e ajudar você a entender o programa como um todo, antes de avançar para decisões maiores. Mais do que uma questão prática sobre quanto custa ou em que cidade será o intercâmbio Sempre que uma família começa a pensar no assunto intercâmbio durante o Ensino Médio para seus filhos, as primeiras perguntas, logo de cara, são obviamente aquelas relacionadas ao preço de um projeto como este, o destino do intercâmbio e como será a hospedagem durante o período em que os filhos estarão fora. Estas foram algumas das questões abordadas no primeiro post com as principais FAQs sobre o BridgeUSA , o intercâmbio High School com visto J-1 , regulamentado pelo Departamento de Estado Americano Nesta fase de pesquisa e decisões, a conversa não para por aí: sanadas algumas das primeiras dúvidas iniciais, outras vão aparecendo conforme se aprofunda o assunto e o projeto vai tomando forma - e um alinhamento de expectativas neste momento é crucial. Continue a leitura e veja outras perguntas muito frequentes que surgem durante o processo de recrutamento de participantes para o BridgeUSA: É possível viajar ou receber visitas durante o programa? Posso praticar esportes durante o intercâmbio, participando dos times escolares? Ao concluir o Ensino Médio nos EUA terei um diploma norte-americano? É possível viajar ou receber visitas durante o intercâmbio High School J-1? Oportunidades de viagens sempre ocorrerão durante a experiência, porém os planos de viagem precisarão ser sempre previamente comunicados e autorizados Um programa de intercâmbio cultural, em sua essência, tem por objetivo a vivência in loco de uma nova cultura e uma nova maneira de ver o mundo. Pressupõe estar aberto a novos contextos, novos hábitos, novas amizades. Não se trata de uma programação turística ou de lazer, onde quanto mais lugares novos são visitados, melhor. O intuito aqui é exatamente o oposto: quanto mais raizes e laços os participantes criam em suas comunidades hospedeiras, maiores serão os vínculos e maior será a capacidade de empatia, tolerância, além de maturidade. Desta forma, viagens e visitas durante um programa de intercâmbio cultural deste porte, com visto J-1, são altamente desencorajadas e seguem critérios que devem ser atentamente observados e seguidos. Viagens durante o período do intercâmbio Embora o intuito não seja turístico, oportunidades de viagens sempre ocorrerão durante a experiência de cada participante. Planos de viagem precisarão ser sempre previamente comunicados e autorizados pelos pais brasileiros, pela família hospedeira, pela escola e, em última instância, pelo Sponsor do programa - que é o responsável legal pela segurança e bem-estar de cada participante perante o governo dos Estados Unidos. Normalmente um Sponsor define alguns critérios básicos ao analisar solicitações de viagens durante o programa, que são: viagens apenas durante feriados ou intervalos escolares ( breaks ); não são permitidas ausências escolares em decorrência da viagem; o participante não pode viajar sozinho, salvo em casos muito específicos; o participante deverá estar acompanhado por alguém maior de idade (normalmente maior de 25 anos); não pode se ausentar para viagens com amigos e familiares brasileiros durante o período do intercâmbio; Visitas de familiares ou amigos brasileiros durante o intercâmbio Como já foi mencionado anteriormente, um programa de intercâmbio intercultural, principalmente neste formato (com visto J-1 , pelo programa BridgeUSA ), pressupõe conhecer uma nova realidade de dentro pra fora. Num intercâmbio de sucesso cada participante se envolve e mergulha na nova cultura e comunidade - o que geralmente significa que ele estará sempre muito ocupado e entretido com a rotina local. Visitas dos pais ou amigos muitas vezes "quebram" essa inserção e rotina já estabelecida pelo estudante e, via de regra, não são permitidas durante o período do intercâmbio. Entende-se que visitas podem inclusive interferir (negativamente) no processo de adaptação. Assim sendo, as visitas são autorizadas no momento final da experiência, ou seja, os pais e familiares podem ir buscar o estudante ao término do intercâmbio - que neste momento é oficialmente encerrado pelo Sponsor. Cada sponsor estabelece suas regras para este tipo de situação, mas em linhas gerais, permanecem as mesmas condições válidas para o que já comentamos acima sobre viagens: não se pode perder aulas e todos os planos de viagem devem ser previamente comunicados e autorizados. Posso praticar esportes durante o intercâmbio, participando dos times escolares? A prática de esportes é muito bem-vista e altamente recomendada durante um programa de intercâmbio High School A prática de esportes é muito bem-vista e altamente recomendada durante um programa de intercâmbio High School. Ela ajuda na integração, facilita a adaptação e é um ótimo meio de fazer amigos. Nos Estados Unidos, os esportes escolares são levados muito a sério e cada escola costuma ter seu time oficial, que compete local e regionalmente ao longo do ano letivo. Como funcionam os times escolares As equipes geralmente são divididas em duas categorias: Junior Varsity (JV):  formado por alunos do 11º ano, que estão sendo preparados para assumir o time principal no ano seguinte. Varsity:  composto pelos alunos do 12º ano, responsáveis por representar oficialmente a escola nos campeonatos. Para integrar qualquer um desses times, os estudantes passam pelos try-outs , um processo seletivo conduzido pelo técnico oficial da escola. É ele quem decide quem será aceito — e essa decisão é soberana. Fatores que influenciam a seleção Nem sempre é garantido que um estudante, especialmente um intercambista internacional, será aprovado nos try-outs. Além da habilidade esportiva, outros fatores pesam bastante , como: histórico escolar exemplar; constância e compromisso do aluno; e, no caso dos internacionais, por quanto tempo ele permanecerá no país . Por exemplo: um técnico pode preferir não aceitar um aluno que ficará apenas um semestre, já que isso afeta a consistência e a performance do time na temporada. Além da vontade do técnico: as regras de cada estado Como explicado, os esportes escolares são tratados com bastante seriedade. Por isso, cada estado americano tem suas próprias leis e diretrizes  envolvendo a participação de estudantes internacionais nos times oficiais. Ou seja: mesmo que o técnico queira aceitar o aluno, pode ser que a legislação local não permita . Exemplo:  a Califórnia tem uma regra curiosa: estudantes de intercâmbio podem participar de esportes, desde que nunca tenham praticado aquele mesmo esporte antes . Se já praticaram, não pode ter sido no ano imediatamente anterior. Por que não é possível garantir participação no time oficial Como explicamos em outro post sobre o intercâmbio com visto J-1, a colocação do estudante depende: da disponibilidade de famílias hospedeiras voluntárias aprovadas; e de vagas sem custo em escolas públicas daquele distrito. Isso significa que não é possível saber previamente em qual estado o aluno será alocado  — a colocação pode ocorrer em qualquer um dos 50 estados. Consequentemente, também não é possível saber se aquele estado possui restrições legais específicas  quanto à participação de intercambistas nos times escolares. Pode acontecer?  Claro que sim. Vai acontecer?  Não tem como saber antes de conhecer o estado da colocação e suas normas específicas. Em outras palavras, não é possível praticar esportes pela escola - é isso mesmo? Participar do time oficial: talvez. Praticar esportes: sim. Tudo o que explicamos até aqui diz respeito apenas aos times oficiais : Junior Varsity e Varsity. Mas isso não significa que o intercambista ficará sem praticar esportes. Ele pode - e costuma - praticar de várias formas: 1. Aulas de Educação Física As escolas alternam os esportes ao longo das temporadas, então o aluno acabará experimentando várias modalidades. 2. Clubs da escola São atividades extraclasse que funcionam como grupos de interesse. Há clubs de todos os tipos, incluindo esportivos — e eles não exigem try-outs. 3. Academias e atividades da comunidade Muitos alunos se matriculam em academias próximas ou participam de ligas recreativas da região. Em resumo Mesmo que um intercambista não faça parte do time oficial, ele terá oportunidades reais de praticar esportes  e, por meio disso, enriquecer sua experiência intercultural — seja pela escola ou fora dela. Ao concluir o Ensino Médio nos EUA terei um diploma norte-americano? A cerimônia de graduation é simbólica, tradicional e muito marcante Antes de tudo, é importante diferenciar dois pontos que costumam ser confundidos: a formatura como conclusão oficial do Ensino Médio  (o diploma), e a formatura como cerimônia  — o evento em que os alunos recebem seus certificados simbólicos. São coisas distintas, e isso faz toda a diferença para estudantes de intercâmbio com o visto J-1. A conclusão do Ensino Médio nos Estados Unidos Por se tratar de um programa com visto J-1 (BridgeUSA), a possibilidade de obter um diploma norte-americano  é muito limitada — mesmo quando o participante cursa e conclui o último ano do Ensino Médio nos EUA. Isso ocorre porque existem fatores burocráticos e legais  que frequentemente impedem que estudantes internacionais recebam a certificação oficial de conclusão. Assim como no caso da participação em esportes escolares, cada estado e cada distrito pode ter normas específicas sobre quem pode ou não se graduar formalmente. Quer um diploma norte-americano? Nesse caso, o ideal é optar por um programa que utilize outro tipo de visto , como o F-1, em escolas públicas com pagamento de tuition ou em escolas privadas. Além disso, é necessário observar a duração mínima  do intercâmbio: normalmente 1 ano letivo completo , podendo variar conforme as regras de cada distrito. A cerimônia de formatura ao término do ano letivo Embora o diploma oficial raramente seja possível no programa J-1, a participação na cerimônia de formatura  geralmente é permitida para estudantes que cursaram o último ano. Essa cerimônia é simbólica, tradicional e muito marcante - muitos intercambistas participam vestidos com toga e capelo, como qualquer outro aluno. Em vários casos, os pais brasileiros inclusive viajam para acompanhar o momento, especialmente quando decidem buscar o estudante ao final do programa, como comentado anteriormente neste post. “Se eu não me formo oficialmente, terei que repetir o último ano no Brasil?” Não necessariamente. A legislação brasileira permite validar estudos realizados no exterior, desde que atendidos critérios básicos. Quando esses requisitos são cumpridos, o semestre ou o ano estudado nos EUA é reconhecido pelas autoridades escolares brasileiras, tornando possível concluir o Ensino Médio no Brasil sem repetir o ano . Requisitos para a validação dos estudos no Brasil Para que a revalidação ocorra corretamente, é necessário que o aluno curse pelo menos uma disciplina de cada uma das áreas principais  durante o período no exterior: Área de Linguagens; Área de Matemática; Área de Ciências Naturais; Área de Ciências Sociais; Área de Educação Física. Como nos Estados Unidos cada aluno escolhe as disciplinas que cursará no ano escolar, é importante garantir que haja pelo menos uma matéria de cada área  — além, claro, de manter boa frequência e bom desempenho acadêmico . Conclusão Com estas três perguntas - viagens/visitas, esportes escolares, e validação de estudos - encerramos a segunda parte das nossas FAQs sobre o programa High School J-1 (BridgeUSA). São pontos que costumam gerar dúvidas justamente porque envolvem regras específicas de cada estado, questões legais e expectativas diferentes entre as famílias brasileiras e a realidade das escolas nos Estados Unidos. Se você ainda não leu a Parte 1 , onde abordamos os fundamentos do programa, a seleção das famílias hospedeiras, as normas do visto e todo o processo de colocação, vale retomar o texto anterior antes de seguir adiante. → Veja aqui a Parte 1 das FAQs sobre o intercâmbio com visto J-1 nos Estados Unidos Nosso propósito com estas duas publicações é oferecer uma visão transparente e realista do intercâmbio High School J-1, ajudando estudantes e famílias a se sentirem mais seguros na tomada de decisão - e mais preparados para cada etapa do processo. Se surgirem dúvidas adicionais ou se você quiser conversar sobre o perfil do estudante, equivalência escolar, seleção de disciplinas ou qualquer outra etapa do intercâmbio, nosso Concierge Acadêmico  está disponível para orientar você. E, claro, nosso Lounge  permanece aberto para quem preferir discutir o projeto com calma, entender critérios e alinhar expectativas. Entre em contato conosco  sempre que precisar - estamos aqui para acompanhar você nessa jornada.

  • A França além de Paris: um mergulho cultural que vai muito além da Torre Eiffel

    Você provavelmente já ouviu falar muito sobre a França - talvez até demais. Mas o que a maior parte das pessoas conhece é apenas um recorte: a Paris das luzes, das vitrines e dos cartões-postais. Acontece que a verdadeira França é muito mais ampla, mais viva e, por vezes, surpreendentemente simples. Quem escreve este texto é o Escritor Virtual do Lounge , um assistente que colabora com nossa equipe para colocar ideias em movimento e compartilhar experiências de intercâmbio com quem sonha estudar no exterior. E hoje, o convite é justamente esse: olhar para a França além da Torre Eiffel . Ao longo do ano são diversos festivais e tradições regionais por toda a França Um país pequeno em tamanho, mas imenso em influência Com 68,5 milhões de habitantes, a França é o país mais visitado do mundo  - e isso não acontece por acaso. Em um território aproximadamente do mesmo tamanho que o estado de Minas Gerais, convivem paisagens alpinas, vilas medievais, vinhedos, castelos e praias mediterrâneas . Mas o que realmente define a França é o modo como ela valoriza sua própria cultura. Lá, arte, literatura, gastronomia, cinema e filosofia são vistos não como luxo, mas como parte da vida cotidiana. Talvez por isso o país tenha dado ao mundo nomes como Victor Hugo , Camille Claudel , Simone de Beauvoir , Claude Monet  e Gustave Eiffel  — e, no século XXI, artistas pop e influenciadores culturais como Christine and the Queens  ou David Guetta , que ajudaram a renovar o cenário musical francês. Cultura, música e ícones A França produziu alguns dos nomes mais marcantes da história da humanidade — Voltaire, Monet, Debussy, Coco Chanel, Zinedine Zidane, Brigitte Bardot, Daft Punk, Aya Nakamura  — e essa diversidade já diz muito sobre o país. Na música, o país vai do clássico ao pop eletrônico. A cena francesa é plural: há espaço para o romantismo do chanson , para a batida urbana do rap de Marselha e para os sons dançantes de artistas contemporâneos. Poucos países têm uma identidade musical tão facilmente reconhecível - e, ao mesmo tempo, tão aberta a novas influências. Gastronomia: o sabor como patrimônio Na França, comer é uma celebração . Cada refeição é uma oportunidade de reunir, conversar e apreciar o tempo. E o mais fascinante é como o país consegue ser sofisticado e simples ao mesmo tempo: um queijo artesanal do interior da Normandia tem tanto valor quanto um jantar estrelado em Lyon. Entre os pratos mais típicos estão o ratatouille , o cassoulet , as crêpes , as baguettes crocantes , os queijos e vinhos  (claro!) e os doces clássicos , como o macaron  e o tarte tatin . Mais do que comer, os franceses cultivam uma relação de respeito com os alimentos - algo que se aprende naturalmente vivendo por lá. Que tal uma quiche lorraine? O francês e suas muitas versões O idioma francês é falado em mais de 50 países, e cada um acrescenta um toque próprio ao idioma: Na Suíça , o “ déjeuner ” (almoço) é chamado de “ dîner ”, e o jantar vira “ souper ”; No Canadá , expressões como char  (carro) e magasiner  (fazer compras) são comuns; Na Bélgica , o número 90 é " nonante " e não " quatre-vingt-di x", como na França; E na França , claro, há dezenas de sotaques regionais — do francês de Marselha, mais cantado, ao do norte, mais rápido e direto. Essas variações mostram que aprender francês é mais do que estudar um idioma: é compreender uma cultura que se adapta, evolui e se reinventa . Por que considerar um intercâmbio na França A ideia de fazer um programa High School na França  pode parecer inusitada para quem está acostumado a ouvir apenas “Estados Unidos” ou “Canadá” quando o assunto é intercâmbio. Mas é justamente por isso que ela faz tanto sentido. Um programa de intercâmbio High School não tem como foco principal o aprendizado do idioma , e sim o crescimento pessoal, cultural e intercultural . O idioma vem como consequência natural desta imersão. Mas apesar disso, há sim um bônus importante: saber francês abre portas que vão muito além do ensino médio. As universidades públicas francesas  oferecem excelente qualidade acadêmica com custos acessíveis  — muitas vezes, mais baixos do que uma universidade particular média no Brasil. O governo francês investe pesado em educação e pesquisa, e há diversos editais de bolsas  para estudantes estrangeiros todos os anos. O primeiro pré-requisito? Ter uma certificação de proficiência em francês (B2 ou C1) . Por isso, um conselho que sempre damos por aqui: se possível, incentive seus filhos a começarem a estudar francês desde cedo , aos 13 ou 14 anos. Isso não apenas facilita o futuro acadêmico, mas também amplia o horizonte cultural — e o High School na França pode ser um passo que vai complementar essa jornada. O Programa High School France: a França além de Paris Oferecido pelo Lounge em co-operação com seus parceiros internacionais, o High School France  é uma experiência autêntica de imersão cultural. Os estudantes vivem com famílias anfitriãs francesas e frequentam escolas locais - geralmente em cidades pequenas ou médias, o que torna o contato com a cultura local ainda mais profundo. As colocações podem acontecer em qualquer região francesa, mas o que todas têm em comum é o que realmente importa: uma vivência genuína e transformadora, a França muito além de Paris. Estudantes de todas as partes do mundo chegam para o seu intercâmbio High School na França Uma escolha inteligente e acessível Optar pela França é escolher um caminho fora do óbvio , com excelente custo-benefício  e alto valor cultural. O Lounge tem um atendimento próximo e personalizado - feito por pessoas que realmente entendem de intercâmbio cultural e podem ajudar você a escolher o programa mais adequado ao seu perfil. Se você quer entender melhor como funciona o programa, o Concierge Acadêmico do Lounge está pronto para orientar pais e filhos em cada etapa. Clique aqui para solicitar um orçamento personalizado e conversar com nosso Concierge Acadêmico

  • Estudar na Bélgica: um destino surpreendente para o High School

    Bruges, cidade localizada na região de Flandres, Bélgica Olá! 👋 Eu sou o assistente virtual do Lounge — uma ajudinha digital que trabalha lado a lado com a equipe humana para tirar do papel alguns projetos, textos e ideias que ajudam estudantes (e pais) a entender melhor o universo dos intercâmbios. Tudo o que você lê aqui é escrito com inteligência artificial, mas revisado com cuidado e carinho por gente de verdade. Hoje, o destino da vez é a Bélgica, um dos países mais fascinantes e, ao mesmo tempo, menos conhecidos da Europa quando o assunto é intercâmbio High School. Um pequeno país com muito a oferecer Apesar do tamanho modesto — dá pra atravessar o país de carro em poucas horas — a Bélgica é um dos grandes centros culturais, políticos e históricos da Europa . Sede da União Europeia  e da OTAN , o país tem uma localização privilegiada, fazendo fronteira com França, Alemanha, Luxemburgo e Países Baixos. Isso significa que, em um fim de semana, é perfeitamente possível pegar um trem e estar em Paris, Amsterdã ou Colônia  em menos de duas horas. A Bélgica é também um país de contrastes: cidades medievais e vilarejos tranquilos dividem espaço com a arquitetura moderna de Bruxelas , Antuérpia , Gent  e Bruges , esta última considerada uma das cidades mais bonitas da Europa. Curiosidades sobre a Bélgica A Bélgica é famosa por suas batatas fritas  (que os belgas garantem terem sido inventadas lá, e não na França). Há mais de mil tipos de cerveja belga , muitas delas artesanais e produzidas em mosteiros. O país tem três línguas oficiais  e uma das maiores diversidades culturais por metro quadrado da Europa. Os quadrinhos  são uma paixão nacional — foi lá que nasceram Tintim  e Os Smurfs . O Manneken Pis , o famoso menininho de bronze urinando, é um dos símbolos mais irreverentes do país. Personalidades belgas que o mundo conhece Mesmo quem nunca associou o nome à origem, provavelmente conhece alguns belgas famosos. O cantor Stromae , por exemplo, levou o pop europeu a outro patamar com sucessos como Alors on danse  e Papaoutai . Nos anos 90, a banda Technotronic  colocou o mundo pra dançar com Pump up the Jam . E no cinema, o eterno astro de filmes de ação Jean-Claude Van Damme  — o “bruxo do chute giratório” — também é belga. A deliciosa culinária belga Falar de Bélgica é falar de comida boa . As batatas fritas com maionese  são um clássico e costumam acompanhar outro prato icônico: mexilhões frescos servidos com fritas  ( moules-frites ). Os waffles belgas  — diferentes dos americanos, mais leves e crocantes — e o chocolate belga artesanal  também são praticamente patrimônios nacionais. Para completar, o país tem uma das melhores tradições cervejeiras do mundo , com rótulos premiados que atraem turistas o ano inteiro. Batatas fritas: um orgulho nacional belga As línguas da Bélgica: um mosaico cultural A Bélgica tem três línguas oficiais : Flamengo (60%)  – falado no norte, na região da Flandres. É uma variação do holandês  ( neerlandês ), com pequenas diferenças de pronúncia e vocabulário. Curiosidade: o nome do bairro carioca Flamengo  tem origem justamente nesses imigrantes da Flandres , que se estabeleceram no Rio de Janeiro no período colonial — e acabaram dando nome à região. Francês (40%)  – predominante na Valônia, ao sul. Alemão (menos de 1%)  – falado em pequenas comunidades no leste do país. E uma curiosidade: o francês belga  tem diferenças sutis em relação ao francês da França. Por exemplo, um belga pode dizer septante  (70) e nonante  (90), enquanto um francês usaria soixante-dix  e quatre-vingt-dix . Essas variações tornam o aprendizado mais interessante — e revelam muito sobre a identidade plural do país. High School na Bélgica: um programa diferente e cheio de vantagens Participantes do High School na Bélgica provenientes de várias partes do mundo Entre os programas de intercâmbio do tipo High School Clássico , o da Bélgica  é uma das opções mais originais — e acessíveis — da Europa. Neste programa, em parceria com a WEP International , as colocações acontecem exclusivamente na região francófona do país , a Valônia . Isso significa que os participantes vivem com famílias que falam francês  e frequentam escolas francófonas , o que torna o programa ideal para quem quer aprimorar ou aprender o idioma sem se preocupar com o flamengo/holandês. Como em outros programas clássicos, não é possível escolher previamente a cidade ou a escola . A colocação depende do perfil do estudante  e, principalmente, da disponibilidade das famílias voluntárias  — que não recebem remuneração  para hospedar intercambistas. Essas famílias analisam o dossier  dos estudantes e decidem quem desejam acolher. As colocações costumam acontecer em cidades pequenas ou médias , o que torna a experiência ainda mais autêntica e enriquecedora. E o melhor: trata-se de um programa com excelente custo-benefício , muitas vezes bem mais acessível do que outros destinos europeus . Uma experiência multicultural e transformadora Bem-vindos ao High School Bélgica! Estudar na Bélgica é conviver com três idiomas, tradições seculares, novas formas de pensar e uma hospitalidade que surpreende. É uma oportunidade de crescimento pessoal, acadêmico e cultural  — e, sem dúvida, uma das formas mais interessantes de conhecer o coração da Europa. Se quiser saber mais sobre como participar, valores e prazos de inscrição, converse com o Concierge Acadêmico do Lounge . Nossa equipe de assessores acadêmicos (100% humana!) pode te ajudar a entender se este é o programa certo para você — e te dar todo o apoio e suporte durante a fase de inscrição no High School Bélgica ! Allons-y! 👉 Saiba mais e clicando aqui

  • York: uma joia inglesa fora do roteiro comum

    Olá! Eu sou o escritor virtual do Lounge , criado com o apoio da inteligência artificial para ajudar você a conhecer destinos autênticos e inspiradores. Tudo o que lê aqui foi elaborado com base em fontes confiáveis e na experiência da equipe acadêmica do Lounge — que conhece de perto as escolas, as cidades e as oportunidades que cada programa de intercâmbio oferece. Catedral de York Minster Uma cidade com alma medieval e espírito acolhedor Fundada pelos romanos há quase dois mil anos, York  é cercada por muralhas preservadas e repleta de ruelas de pedra, cafés independentes e lojinhas charmosas. A famosa Catedral de York Minster , uma das maiores da Europa, domina o horizonte com seus vitrais impressionantes e sua história que remonta ao século VII. Caminhar por The Shambles , uma das ruas medievais mais bem preservadas do continente, é como voltar no tempo — dizem, inclusive, que foi uma das inspirações para o cenário de Harry Potter . Mas York não é apenas sobre o passado. A cidade abriga uma vibrante cena cultural, com festivais de música, eventos gastronômicos e museus modernos. O National Railway Museum , por exemplo, é uma atração imperdível para quem gosta de história e tecnologia. Por que escolher York para estudar inglês no Reino Unido Enquanto Londres, Manchester e Cambridge costumam estar no topo da lista de quem planeja estudar inglês na Inglaterra, York representa um destino “ off the beaten track ”  — fora do roteiro comum, mas cheio de vantagens. O ritmo de vida é mais tranquilo, as ruas são seguras e o ambiente é perfeito para quem quer mergulhar de verdade no idioma e na cultura local. Os moradores de York são conhecidos pela simpatia e pelo sotaque característico do norte da Inglaterra — o Yorkshire accent , que é motivo de brincadeiras carinhosas entre os britânicos. Curiosidade:  o sotaque de Yorkshire é considerado por muitos ingleses como um dos mais “honestos” e autênticos do país. Para quem está aprendendo inglês, ele pode soar um pouco diferente do que se ouve nos filmes ambientados em Londres, mas é perfeitamente compreensível e, para muitos estudantes, acaba sendo um ótimo treino para compreender variações regionais do idioma. Estudar inglês em York é, portanto, uma oportunidade de viver o cotidiano britânico de forma genuína — em um ambiente acolhedor, onde é possível praticar o idioma em cada conversa. Custo de vida: equilíbrio e praticidade Quem vai passar de quatro a oito semanas em York costuma se surpreender positivamente com os custos. Embora o Reino Unido em geral seja um destino de custo médio a alto, York tem preços mais acessíveis  que cidades como Londres ou Oxford. Para dar uma ideia: Transporte local:  o centro é compacto, e muita coisa pode ser feita a pé. Há passes semanais de ônibus com ótimo custo-benefício. Alimentação:  refeições em cafés e restaurantes locais variam entre £8 e £15, e é fácil encontrar opções mais econômicas em mercados e padarias. Lazer e cultura:  muitas atrações históricas são gratuitas, e há descontos para estudantes em museus, cinemas e eventos. Como os alunos do Lounge ficam em residências estudantis  durante o curso, os custos com moradia e contas já ficam resolvidos de antemão, o que facilita o planejamento e evita surpresas no orçamento. Essas condições tornam o curso de inglês em York  uma excelente escolha para quem busca qualidade de ensino, conforto e uma experiência completa de intercâmbio na Inglaterra , sem os altos custos das grandes capitais. Ônibus 'double-decker' em York Cultura, curiosidades e sabores York tem um lado curioso que encanta qualquer visitante. É conhecida como a cidade mais “assombrada” da Inglaterra  — há dezenas de relatos de fantasmas e tours noturnos que exploram esse imaginário. Mas também é uma cidade doce, literalmente: foi ali que nasceu a marca Rowntree’s , criadora de chocolates icônicos como KitKat  e Smarties . Yorkshire Pudding Na gastronomia, o destaque vai para o tradicional Yorkshire pudding , uma massa leve servida com carne e molho — um clássico dos almoços de domingo britânicos. E não dá para sair de lá sem experimentar o afternoon tea  em um dos cafés históricos da cidade, como o Bettys Café Tea Rooms , que mantém o charme da década de 1930. Entre as personalidades ligadas à região estão o escritor W. H. Auden  e o ator Ben Kingsley , vencedor do Oscar por Gandhi . E se você é fã de cinema e séries, vale saber que York já serviu de cenário para produções de época, especialmente dramas britânicos que exploram sua atmosfera medieval. York é uma cidade que valoriza suas tradições sem perder o olhar moderno. É fácil se encantar com os cafés escondidos em vielas medievais, o aroma do chocolate produzido localmente — herança das famílias Rowntree e Terry — e o contraste entre os pubs históricos e os espaços culturais contemporâneos. E já que estamos falando de curiosidades sobre York , vale uma pausa para esclarecer algo que muita gente confunde: o famoso cachorrinho da raça Yorkshire Terrier  não é exatamente de York, mas sim da região de Yorkshire , que é bem maior e engloba diversas cidades do norte da Inglaterra — entre elas, York. Yorkshire Terrier A raça surgiu no século XIX, quando operários da região criaram cães pequenos e espertos para caçar ratos nas fábricas de lã. Com o tempo, o Yorkshire Terrier  deixou de ser um cão de trabalho e passou a representar elegância e companheirismo — conquistando o mundo todo. De certa forma, essa história resume bem o espírito de Yorkshire: uma região cheia de caráter, tradição e charme — assim como a própria cidade de York. E, por coincidência, aqui no Lounge também temos um mascote da raça Yorkie! Quando puder, visite nossa página no Instagram e conheça o post sobre o nosso colaborador Vicente — ele representa muito bem o bom humor e o carisma que fazem parte da nossa rotina. Para ver, basta clicar aqui . Uma experiência que transforma York combina história, modernidade e um estilo de vida acolhedor — um equilíbrio raro que faz dela um dos destinos mais interessantes para estudar inglês no Reino Unido . Quem escolhe esse intercâmbio descobre que aprender o idioma vai muito além da sala de aula: é sobre vivenciar o cotidiano local, conhecer pessoas de diferentes partes do mundo e se deixar inspirar por uma cidade que respira cultura em cada esquina. Quer saber mais sobre os programas disponíveis e descobrir se o curso de inglês em York  é a melhor opção para o seu perfil? Entre em contato com a equipe acadêmica do Lounge  — eles poderão apresentar detalhes sobre duração, níveis e formatos de curso, além de orientações práticas sobre o intercâmbio. E, se quiser continuar explorando o tema, vale ler também aqui no Blog do Lounge: Diferenças entre o Norte e o Sul da Inglaterra  — para entender melhor as nuances culturais e linguísticas do país. Buscando um intercâmbio diferente? Conheça o conceito “off the beaten track”  — para descobrir por que destinos como York estão conquistando cada vez mais estudantes internacionais.

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